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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Greve dos metalúrgicos de Niterói e Itaboraí longe de estabelecer acordo | Jornal O Fluminense

Greve dos metalúrgicos de Niterói e Itaboraí longe de estabelecer acordo | Jornal O Fluminense

Gostaria de saber como ficará a situação dos trabalhadores após toda essa greve, pois muitos já temem a perda de seu emprego sem falar que com todos esses dias parados, os trabalhadores perderão quanto( $ ), de seus vencimentos, e como iram liquidarrem suas contas no final do mês...

quarta-feira, 13 de junho de 2012

ONDE FOI PARAR NOSSO SINDICATO


A tempos não  vejo um membro de "nosso sindicato" comparecer a porta dos estaleiros com boas notícias para o trabalhador.
Diante desta greve preocupante (digo isso pois o trabalhador sempre acaba sofrendo retalhações),que foi decidida pelos trabalhadores e apoiada pela chapa 3, fiquei muito preocupado quando vi a omissão do sindicato da categoria que não fez prevalecer a vontade do trabalhador e que agora vendo que os metalúrgicos estão insatisfeito com a decisão dos índices de ajustes,  garanto que tentarão de alguma artimanha para conseguir (algo mais adequado que justifique as perdas de ganhos com o passa dos anos) e assim tentarem se promover na eleição que esta por vir. Queremos um sindicato que brigue ao lado do trabalhador e não dos empresários.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Noticiário Cotidiano Portos e Navios


Veja mais uma reportagem do Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore



Desde o dia 20 de maio, trabalhadores metalúrgicos de Niterói, maioria funcionários de estaleiros, estão em estado de greve. Segundo o secretário-geral do sindicato, Edson Carlos Rocha da Silva, a proposta patronal - reajuste de 7,5% - foi amplamente rejeitada por 1500 trabalhadores reunidos em assembléia. "Estamos pedindo 16%, mas aceitamos negociar. Se os patrões se mantiverem inflexíveis, a greve será inevitável", disse.

Esta possibilidade acentua o temor de que alguns estaleiros enfrentarão grandes dificuldades, já que alguns já vem sendo multados pela Transpetro por atrasarem o cronograma de projetos assinados com o governo. "Falta investimento em qualificação profissional e, principalmente em gestão", diz o dirigente sindical, para quem a Transpetro está correta em cobrar mais eficiência da indústria naval.

"Há muita terceirização, sobretudo em Pernambuco, onde se contrata pessoal sem nenhuma experiência. Os empresários precisam participar de uma política de competitividade, e não ficar apenas a espera de subsídios", criticou. Segundo Silva, uma "curva de aprendizagem" deve ser admitida como natural, mas os problemas de gestão estão levando os estaleiros ao trabalho dobrado.

Já o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), através de sua assessoria de imprensa, pondera que os casos citados pelos metalúrgicos não podem ser generalizados. Inclusive em relação ao Nordeste, o Sinaval considera que eventuais problemas estão sendo encaminhados a contento.

Santos

Com a greve dos cerca de 7 mil trabalhadores avulsos do Porto de Santos, iniciada na tarde desta terça-feira, foram suspensas as atividades em 20 dos 29 navios atracados, segundo informou a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). Os trabalhadores protestam contra a decisão do Ministério Público do Trabalho (MPT) que obriga os portuários a cumprir 11 horas de descanso.

Segundo a Codesp, além dos navios que estão na área interna do porto, 38 embarcações aguardam para atracar na área de fundeio, que é uma espécie de estacionamento. Dos nove navios que estão operando, cinco não precisam de mão-de-obra avulsa. A companhia informou que, entre os meses de maio e agosto, ocorre o pico de exportações de açúcar e soja.

Desde ontem, o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) do MPT, que determinada o fim da jornada dobrada, está sendo aplicado pelo Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), responsável por controlar a escala de trabalho no porto. O TAC foi assinado em 2006 pelo ministério e pelo Ogmo, mas medidas judiciais, requeridas pelos trabalhadores, impediam a aplicação do termo, de acordo com o sindicato dos trabalhadores.

Fonte: Monitor Mercantil

Chapa 3 apoia os trabalhadores


Metalúrgicos de Niterói estão em greve

Os metalúrgicos de Niterói entram em grave para reivindicar melhorias para a categoria, e a chapa 3 vem lutando incansavelmente com todo seu empenho para nos proporcionar melhorias.
Gostaria de saber quem a chapa 1 está representando, pois essa greve foi uma decisão dos metalúrgicos e não estamos vendo o apoio de nosso atual sindicato, que pelo que parece estão omissos a vontade dos trabalhadores.

É hora de mudar, vamos todos apoiar a chapa 3, pois estamos vendo sua luta transparente pela categoria.

 Não esqueçam de deixar seu comentário ao final da postagem...


Trabalhador em greve detido pela polícia

Metalurgico de Niteroi em greve acaba detido pela polícia.

Trabalhadores da indústria metalúrgica entram em greve e quatro estaleiros da cidade têm atividades suspensas. Duas pessoas foram detidas durante manifestação em frente a sindicato.

Veja o vídeo na integra com a cobertura feita pelo Jornal O Fluminense em 31/05/2012.